terça-feira, 14 de julho de 2015

GRADE CURRICULAR

GRADE  CURRICULAR  CURSO  MÉDIO
01- INTRODUÇÃO  A TEOLOGIA    OK 
02- HISTORIA  DA  IGREJA   OK
03- CRISTOLOGIA   0k
04- INTRODUÇÃO  BÍBLICA  0K 
05- INTROD.  AO  ANTIGO  TESTAMENTO
06- ANGELOLOGIA     
07- HISTORIA  DE ISRAEL
08 - EVANGELISMO 
09- PSICOLOGIA  GERAL   
10- PORTUGUÊS  INSTRUMENTAL   ok
11- ÉTICA  CRISTÃ    
12- ECLESIOLOGIA  
13- INTROD.  AO  NOVO  TESTAMENTO
14- SEITAS  E HERESIAS
15 - ESCATOLOGIA
16- IGREJA  E DIREITO  CIVIL 
17- GEOGRAFIA  BÍBLICA   
18- REGÊNCIA   CONGREGACIONAL
19- LIDERANÇA 
20- HERMENÊUTICA
21- HOMILÉTICA
22- ADMINISTRAÇÃO 
23- ACONSELHAMENTO  PASTORAL
24-CERIMONIAIS  

25- ESTAGIO  SUPERVISIONADO   

DISCIPLINA ESCATOLOGIA

DISCIPLINA  ESCATOLOGIA
01 INTRODUÇÃO
“ENTRETANTO, o Espírito Santo nos diz claramente que nos últimos tempos alguns na igreja se desviarão de Cristo e se tornarão seguidores de mestre com idéias de inspiração diabólica” ITm. 4.1. Alguns falsos ensinadores têm introduzido no meio do povo de Deus ensinos deturpantes sobre as coisas que ainda hão de acontecer. Ë de se lamentar que essas heresias têm desviado muitos cristão que por sua vez perdem o gosto pelo verdadeiro ensino, contido nas Sagradas Escrituras, concernente ao futuro.
O estudo da Escatologia requer muita atenção e cuidado para não entrar na classe dos falsos mestres que Paulo enfatizou que, nos últimos tempos surgiriam.
Não é difícil o estudo sobre Escatologia, desde que o estudante dedicado busque a orientação de Deus que por sua vez iluminará a mente do seu discípulo. Uma coisa é certa: o Espírito Santo é o único e verdadeiro intérprete que merece toda a nossa confiança, no que tange a todo o conteúdo plausível da Bíblia Sagrada, o Livro de Deus.
I – DEFININDO O TERMO ESCATOLOGIA.
O termo escatologia deriva de duas palavras gregas: escathos e logos, que se traduzem por “últimas coisas” e “estudo” ou “tratado”. É o estudo ou doutrina das últimas coisas. É chamada bíblica, no nosso caso, porque ela pode ser extrabíblica.
No estudo da escatologia bíblica, é de caráter fundamental, Ter o cuidado em não apresentar falsas interpretações, evitando, com isso, questionamento e especulações. Deus nos adverte dizendo que devemos “manejar bem a Palavra da verdade.”(II Tm.2.15). “Porque a visão é ainda para o tempo determinado, e até ao fim falará e não mentirá; se tardar, espera-o, porque certamente virá, não tardará”.(Hc.2.3).
II – ENTENDENDO O CAMPO DA ESCATOLOGIA BÍBLICA.
Littera scripta manet – “a palavra escrita permanece”, disse Horácio na Roma Antiga a mais de 2.000 anos atrás. O que caracteriza o vislumbre do cumprimento das profecia no palco da escatologia, é a maneira de como Deus trabalha para mostrar a sua vontade, revelada na palavra escrita. Este trabalho consiste em ampliar a revelação divina, nos dando a entender que a palavra escrita continua em pé, revigorada pela forte atuação e inspiração do Espírito Santo de Deus. A ordem que o profeta Jeremias recebeu do Senhor foi esta: “escreve num livro todas as palavras que eu te disse”, Jr. 30.2.
Não podemos duvidar nem admitir falha na palavra de Deus. Ela é inspirada pelo Espírito Santo; 2Tm. 3.16. A inerrância das escrituras tem sua base na infabilidade da Palavra do Senhor.
Com isso podemos ir mais além do que Horácio afirmou. “a palavra escrita ‘não’ apenas permanece – ela floresce como trepadeira nas fronteiras do nosso entendimento”. Ela alcança o mais profundo dos recônditos da nossa alma. Para entender o campo da escatologia, precisamos saber de 3 (três) verdades básicas.
1 – A IGREJA – ALVO DA REVELAÇÃO DIVINA.
Toda a revelação aponta para o futuro. O futuro consiste num plano traçado por Deus para que a Igreja caminhe neste mundo “pela fé a esta graça, na qual estando firme, gloria-se na esperança da glória de Deus”, Rm. 5.2
Argumentando o fato de nós sermos alvo da revelação divina, o apóstolo Paulo escreveu aos Efésios dizendo que Deus “nos elegeu antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis diante dele. Em amor nos predestinou para sermos filhos de adoção por Jesus Cristo, para si mesmo, segundo o beneplácito da sua vontade”, Ef. 1.4,5. Somente aqueles que são santos e filhos de Deus é que têm o privilégio de ter a revelação das coisas que em breve hão de acontecer.
Em contraste, o mundo pagão, que não tem a revelação de Deus, se fecha num ciclo de falsas expectativas em relação ao futuro.
No consenso filosófico da humanidade a maior parte da população do mundo vê com grande otimismo a era que está por vir. Pressentindo um fantástico progresso material e científico, vivendo na era da velocidade e vendo a aquisição do conhecimento se acelerar, muitos poderão se tornar otimistas demais. Contudo o apóstolo Paulo nos adverte: “quando andarem dizendo: paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição”, ITm. 5.3.
Aos olhos dos franceses do final do século XIX, o novo século parecia uma espécie de Idade de Ouro. Mas o entusiasmo durou até 1914, quando a 1ª Guerra Mundial pôs fim ao sonho dourado.
Outra parte da humanidade certamente adentrará o 3º milênio cheia de superstições, medo, insegurança e pessimismo; preocupada com desgraças, desemprego, violência e caos social.
A história registra que, na passagem do ano 999 para 1.000, a maior parte da Europa não conseguiu comemorar a data, pois esperava o “Apocalipse”. Segundo o historiador Frederick H. Martins, um sentimento de terror dominou a multidão amontoada na imensa Basílica de São Pedro, em Roma, na noite de 31 de dezembro de 999. Inclusive o Papa Silvestre II parecia aterrado.
Isso aconteceu porque o povo não tinha acesso à Bíblia. Quem conhece a revelação sabe que o mundo irá de mal a pior, mas não se desespera. E o Senhor Jesus profetiza: “homens desmaiarão de terror, na expectativa das coisas que sobrevirão ao mundo… e quando estas coisas começarem a acontecer, fiquem firmes e levantem a cabeça, pois a vossa redenção está próxima, Lc. 21.26,28.
2 – OS QUATRO TIPOS DE ESCATOLOGIA.
Além de ser um dos capítulos da dogmática cristã, ou seja, o estudo sistemático e lógico das doutrinas concernentes às últimas coisas, há quatro outros tipos de escatologia, segundo nos apresenta o Dicionário Teológico (CPAD).
a) Escatologia consistente.
Termo nascido com Alberto Schweitzer, segundo o qual a ações e a doutrina de Cristo, tinha um caráter essencialmente escatológico. Não resta dúvida, pois de que o Senhor Jesus haja se preocupado em ensinar aos discípulos as doutrinas das últimas coisas. Todavia, sua preocupação básica era a salvação do ser humano. Ele Jamais deixou de se referir à vida prática e sofrida do homem.
b) Escatologia idealista.
Corrente doutrinária que relaciona a escatologia bíblica às verdades infinitas. Os que defendem tal posicionamento, alegam que a doutrina das últimas coisas não terá qualquer efeito sobre a história da humanidade. Relegam-na, pois, à condição de mera utopia, ou seja, projeto irrealizável, fantasia.
Mas, o que dirão elas, por exemplo, acerca das profecias já cumpridas? Será que estas não referendam as que estão por se cumprirem? Não esqueçamos, pois, ser a profecia a essência da Bíblia. Se descremos daquela, não podemos crer nesta.
c) Escatologia individual.
Estudo das últimas coisas que dizem respeito exclusivamente ao indivíduo, tratando de sua morte, estado intermediário, ressurreição e destino eterno. Neste contexto, nenhuma abordagem é feita, quer a Israel, quer a Igreja.
d) Escatologia realizada.
Ponto de vista defendida por C.H. Dodd, segundo o qual as previsões escatológicas das Sagradas Escrituras foram cumpridas nos tempos bíblicos. Atualmente, portanto, não nos resta nenhuma expectativa profética de acordo com o ensino de Dodd.
Gostaríamos, porém que ele nos respondesse as seguintes perguntas:

· A 2ª vinda de Cristo já foi realizada?
· A grande Tribulação já é história?
· O julgamento final já foi consumado?
3 – AS SETE DISPENSAÇÕES.
Para melhor compreender o campo da escatologia bíblica, faz-se necessário um resumido estudo sobre as sete dispensações, sabendo que, a última dispensação é para o futuro.
Segundo o Pr. Severino Pedro da Silva, em seu livro “Escatologia”, uma dispensação “é um período em que o homem é experimentado em relação à sua obediência a alguma revelação especial da vontade tanto permissiva como diretiva de Deus”.
A palavra dispensação deriva do termo grego “oikonimia” que por sua vez significa economia que é a “boa ordem na administração na despesa de uma casa”.
As sete dispensações são:
3.1 – Dispensação da Inocência
Seu início deu-se na criação e findou-se na queda de Adão. O tempo não é revelado.
3.2 – Dispensação da Consciência
Esta dispensação começou em Gn. 3 e durou cerca de 1656 anos: de zero (0 ) a 1656 a.C., abrangendo o período desde a queda do homem até o dilúvio; Gn. 7.21,22.
3.3 – Dispensação do Governo Humano
Esta dispensação começou em Gn. 8.20 e perdurou cerca de 427 anos. Desde o tempo do Dilúvio até a dispersão dos homens sobre a superfície da terra, sendo consolidada com a chamada de Abraão; Gn. 10.15; 11.10-19;12.1.
3.4 – Dispensação Patriarcal
Teve início com a Aliança de Deus com Abraão, cerca de 1963 a.C., ou seja, 427 anos depois do dilúvio. Sua duração foi de 430 anos; Gl. 3.17; Hb. 11.9,13. A palavra chave é PROMESSA. Por meio desta dispensação, Abraão e seus descendentes vieram a ser herdeiros da promessa.
3.5 – Dispensação da Lei
Ela teve início em Êx. 19.8, quando o povo de Israel proclamou dizendo que “tudo que o Senhor falou, faremos.” Sua extensão é de 1430 anos. Do Sinai ao Calvário; do Êxodo à cruz.
3.6 – Dispensação da graça
Esta dispensação começou com a morte e ressurreição de nosso Senhor Jesus Cristo e terminará em plenitude com o arrebatamento da Igreja; porém, oficialmente falando, seus efeitos continuarão até Apocalipse 8.1-4.
3.7 – Dispensação do Reino
Esta dispensação terá, de acordo com a própria escritura, a duração de 1.000 anos; Ap. 20.1-6. É também chamada de a dispensação do Governo Divino.
Esta dispensação é algo para o futuro, logo após o julgamento das nações descrito em Mt. 25.31-46, e antes do Juízo do Grande Trono Branco (GTB).
É neste ponto, é que se encontra a essência do entendimento do campo da escatologia bíblica, ou seja, compreender o que Deus traçou para o futuro da Igreja, Israel e dos gentios.
Esta última dispensação, que é a juntura do presente século e do vindouro, fornece um nítido exemplo de sobreposição das dispensações, isto é, que às vezes há um período transitório entre uma e outra.
III – MÉTODOS DE INTERPRETAÇÃO DA ESCATOLOGIA.
Nesta seção aprenderemos os métodos utilizados na interpretação de porções bíblicas que concerne ao futuro. Lembrando que, na história da Igreja tem sido adotados vários métodos de interpretação no que tange às escrituras proféticas. No entanto, faz-se necessário o bom conhecimento e a maneira correta de se aplicar dois métodos de interpretação que devem merecer nossa atenção.
1 – Método alegórico ou figurado
O termo alegoria é definido, por alguns teólogos, como qualquer declaração de fatos supostos que admite a interpretação literal, mas que requer, também, uma interpretação moral ou figurada. Se não atentarmos para o sentido real, figurado ou literal, de uma profecia bíblica, negamos o seu valor histórico, dando uma interpretação de menos importância, e assim corremos o risco de anular a revelação de Deus naquela profecia.
Portanto, o método alegórico deve ser utilizado de maneira correta. Leia Gl. 4.21-31 e observe que Paulo tomou figuras ilustradas no texto com focos literais da antiga dispensação, mas apresentou-os como sobras de eventos futuros.
2 – Método literal ou textual

Este método se preocupa em dar um sentido literal às palavras da profecia, interpretando-as conforme o significado ordinário, de uso normal. A preocupação básica é interpretar o texto sagrado consoante a natureza da inspiração da profecia.
Ambos os métodos são válidos. Há uma perfeita ralação entre as verdades literais e a linguagem figurada. Por exemplo, no texto de Jo.1.6 diz: “Houve um homem enviado de Deus, cujo nome era João. E em Jo. 1.29 nos fala: “Eis aí o Cordeiro de Deus.” Palavras pronunciadas pelo próprio João Batista ao ver a Jesus.
Agora vejamos os métodos de interpretação aplicado em ambos os textos. O 1º está falando literalmente de um homem, cujo nome, de fato, era João. No 2º texto João Batista usou a forma figurada para denotar a pessoa de Jesus.
Em se tratando do livro de Apocalipse, que em sua parte, é um livro escatológico, têm surgido diversas classes de intérpretes, as quais devem ser conhecidas pelos pastores e por aqueles que exercem o Ministério da Palavra. Por quê?
Porque os crentes pentecostais, em sua maioria, não sabem em que classe de intérpretes do Apocalipse, eles se encaixam, e por conseguinte deixam ser levados por ensinos deturpantes que contradizem a Palavra de Deus. Por exemplo, os Adventistas do 7º Dia, vêem a vinda de Cristo, a este mundo, como em uma única vez, sem ser dividida em duas fases distintas, e assim não dão espaço para o período da Grande Tribulação e a restauração de Israel.
Vejamos os principais intérpretes com seus respectivos ensinos.
1º – Os Preteristas. Esta classe crê que a maior parte do Apocalipse já foi cumprida, a muito tempo atrás. Eles relegam tudo ao passado. O relacionamento que eles fazem entre o texto e o evento é muito subjetivo e precário.
2º – Os Historicistas. Os intérpretes que assumem esta posição procuram encaixar todos os acontecimentos previstos no Apocalipse em várias épocas da história humana. Interpretam o Apocalipse como um estudo progressivo dos destinos da Igreja desde o seu início até a consumação. Estes asseveram que as profecias estão cumpridas em parte e em parte estão por cumprir e algumas estão sendo cumpridas diante de nós.
3º – Os futuristas. Estes interpretes dividem-se em dois grupos:
a) Futuristas extremos – acham que todo o Apocalipse refere-se à vinda do Senhor Jesus Cristo.
b) Futuristas simples – Aceitam que os 3 primeiros caps. do livro como já cumpridos; tudo o que se segue refere-se à aparição vindoura de Cristo. A maioria dos Pentecostais Fundamentalistas têm uma visão futurista do livro. Sob esta perspectiva tudo, ou quase tudo que é narrado após o cap. 4, será cumprido num curto espaço de tempo (sete anos) após o término da Dispensação da Igreja.
Os intérpretes do Apocalipse estão também divididos na forma COMO ABORDAM O MILÊNIO. (Os mil anos mencionados no cap. 20). A maneira como se encara o Milênio afeta a interpretação do Apocalipse como um todo. É necessário levantarmos, aqui, alguns pontos.
1º – Amilenistas. Ensinam que não haverá nenhum Milênio, pelo menos não na terra. Alguns simplesmente dizem que, como o Apocalipse é simbólico, não há sentido algum em se falar em Milênio Literal. Outros interpretam os mil anos como algo que ocorrerá no céu. Pegam o número mil como um algarismo ideal, um período indefinido. Assim, esperam que este período da Igreja termine com a ressurreição e julgamento geral, tanto do justo como do ímpio, seguindo-se imediatamente o reinado eterno no novo céu e na nova terra. A maioria dos amilenistas consideram Agostinho (o bispo de Hipona, no Norte da África 396 – 430 d.C.) um dos principais promotores do amilenismo.
2º – Pós-Milenista. Começou a espalhar-se a partir do século XVIII. Seus adeptos interpretam os mil anos do Milênio, como uma extensão do período atual da Igreja. Ensinam que o poder do Evangelho ganhará todo o mundo para Cristo, e a Igreja assumirá o controle dos reinos seculares. Após haverá a ressurreição e o julgamento geral tanto do justo como do ímpio, seguido pelo reinado eterno no novo céu e na nova terra. O pós-milenismo também espiritualiza irritadamente as profecias da Bíblia, não dando espaço à restauração de Israel ou reinado literal de Cristo sobre a terra durante o Milênio.
3º – Pré-Milenista. Acreditam que, o retorno de Cristo, a ressurreição dos salvos e o tribunal de Cristo, será antes do Milênio. No final deste, Satanás será solto, engana as nações, mas há de ser prontamente derrotado para todo o sempre. Segue-se o julgamento do GTB, que sentenciará o restante dos mortos. Aí sim, teremos o reino eterno no novo céu e na nova terra.
A perspectiva Pré-Milenista e futurista simples, juntas, encaixam-se melhor nas orientações de Jesus. É essa classe de intérpretes do Apocalipse que a maioria dos Pentecostais pertence.
IV – VIAGEM AO FUTURO.
Tomaremos agora uma carruagem para fazer uma pequena viagem no tempo e no espaço, para se ter uma visão panorâmica das coisas que em breve hão de acontecer, e com isso, teremos um compreensão melhor da conjuntura dos fatos ordenados por Deus na sua Palavra. Esta seção, constitui dos temas que a Escatologia bíblica estuda. Senhores passageiros, apertem os cintos, pois já estamos decolando.
1 – ESTADO INTERMEDIÁRIO DOS MORTOS.
Para se ter uma seqüência lógica deste fato, vamos fazer uma revisão sobre a doutrina da Morte.
O QUE É MORTE?

É o resultado do pecado de nossos pais.
A morte caracteriza-se de duas maneiras: 1º, morte como estado; e morte do agente, Ap.6.8.
Como estado a Bíblia fala de 3 tipos de morte: Física, espiritual e eterna.
a) Morte física. O seu significado é: dissolução vital do organismo.
O que acontece na morte física?
Resposta: alma e espírito separam-se do corpo.
Mas para melhor entender o que é alma, a Bíblia nos revela 4 designações para a alma, a saber:
Primeiro – alma como indivíduo, como cidadão; Rm.13.1.
Segundo – alma no sentido biológico, isto é, o sangue; Lv. 17.11.
Terceiro – como sentimento do homem; Mt. 26.38.
Quarto – alma como parte imortal do homem. Jesus disse: Não temeis o que mata o corpo e não mata a alma.
Quando a Bíblia fala do sono da alma, refere-se ao corpo físico. Jacó falou: Irei e dormirei com os meus pais.
No sentido espiritual e eterno, alma não dorme; Ap. 6.9.
b) Morte espiritual. É o estado do pecador separado de Deus. É a separação da comunhão com Deus; Ef. 2.1
Existe solução para a morte espiritual?
Sim, desde que o pecador aproxime-se de Deus com um coração arrependido.
c) Morte eterna. É a eterna separação da presença de Deus – a impossibilidade de arrependimento e perdão. Portanto não há solução para esse tipo de morte. É chamada a 2ª morte, porque a primeira é física. É identificada como punição do pecado; Rm. 6.23. Os ímpios, depois de julgados, receberão a punição da rejeição que fizerem à graça de Deus e, serão lançados no Geena (Lago de Fogo); Ap. 20.14,15. Esse tipo de morte tem sido alvo de falsas teorias que rejeitam o ensino real da Bíblia.
O que é estado Intermediário?
E um modo de existir entre a morte física e a ressurreição final do corpo sepultado. No A.T., esse lugar é identificado como sheol (no hebraico), e no N.T. como Hades (no grego). Os dois termos dizem respeito ao reino da morte.
A) OS MORTOS – JUSTOS. Todos os justos, de Adão até à ressurreição de Cristo, ao morrerem, suas almas (com possível exceção de Enoque e Elias), desciam ao Paraíso, que naquele tempo constituía um compartimento do Sheol ; cf. Gn. 37.35.
B) OS MORTOS – ÍMPIOS. Desde o tempo de Adão até o julgamento do GTB, as almas dos ímpios seguem para o mundo invisível, ou seja, o Sheol ou Hades aguardando o julgamento final quando serão lançados no Lago de Fogo; cf. Nu.16.30,33.
CORRIGINDO UM GRAVE ERRO
Infelizmente, estes nomes Sheol e Hades têm sido traduzidos incorretamente em certos casos em algumas versões das Escrituras, por exemplo, como inferno, sepultura, e abismo. Por exemplo, Gn. 37.35, Jacó expressou-se: “…na verdade com choro hei de descer ao meu filho à sepultura”. (grifo nosso). Este termo sepultura não é a cova, propriamente dito, que no original hebraico é traduzido por Queber. E sim o Mundo Invisível dos mortos traduzido por Sheol. A Bíblia, Edição revista e Corrigida, traduz de maneira correta este termo em Jó 17.15,16: “Onde estaria então agora a minha esperança? Sim, a minha esperança, quem a poderá ver? Ela descerá até aos ferrolhos (portas) do Sheol”.
Observe agora o contraste entre as palavras Sheol (mundo invisível) e Queber (sepultura, cova, túmulo) no A.T.
QUEBER

– usada no plural;
– existe muitas queberes
– abriga ou recebe cadáveres
– localizada na superfície da terra
– há uma para cada indivíduo
– o homem coloca corpos na queber
SHEOL

– usada na forma singular; Jó 17.15,16
– existe apenas um Sheol
– jamais recebe cadáveres
– localizado abaixo (no centro) da terra
– lugar onde há muita gente
– somente Deus envia o homem ao Sheol; Lc.16.22,23.
Concluímos, então, que o uso da palavra queber prova que ela significa sepultura, túmulo, que acolhe o cadáver, enquanto o Sheol acolhe o espírito do homem.
O Sheol-Hades, antes e depois do Calvário.
Antes do Calvário, o Sheol-Hades dividia-se em 3 partes distintas. A primeira parte é o lugar dos justos, chamada Paraíso, Seio de Abraão, Lugar de consolo; Lc. 16.22,25. A Segunda é a parte dos ímpios, e é denominada lugar de tormento; Lc.16.23. A terceira fica entre a dos justos e a dos ímpios, e é identificada como lugar de trevas, Lugar de prisões eternas, Abismo. Lc. 16.22; 2Pe. 2.4; Jd. v. 6. É aí onde Satanás será preso durante o Milênio, e onde se encontra aprisionada uma classe de anjos caídos, a qual não sai desse abismo, senão quando Deus permitir nos dias da Grande Tribulação.
Depois do Calvário, houve uma mudança dentro do mundo dos mortos. Depois da sua morte Jesus esteve 3 dias no coração da Terra, isto é, no Paraíso, do qual Ele havia dito ao malfeitor. Por esta ocasião, Cristo aproveitou a oportunidade e “pregou aos espíritos em prisão, os quais noutro tempo foram rebeldes, quando a longanimidade de Deus esperava, nos dias de Noé”; 1 Pe. 3.18-20. Depois disso efetuou a grande mudança no Sheol-Hades “subindo ao alto levou cativo o cativeiro”; Ef. 4.8, isto é, trasladou o Paraíso para o 3º céu, na presença de Deus, debaixo do seu altar; Ap. 6.9, separando completamente das partes inferiores onde continuam os ímpios mortos. E isto foi o cumprimento cabal de sua promessa, quando esteve ainda na terra: e as portas do inferno (Hades) não prevalecerão contra a minha Igreja.
Somente os justos gozam dessa mudança em esperança pelo dia final quando esse estado temporário se acabará, e viverão para sempre com o Senhor, num corpo espiritual ressurreto.
2 – O ARREBATAMENTO DA IGREJA.
Uma característica singular que identifica a Igreja fiel é o sentimento de constante expectativa que a domina no tocante ao retorno de Cristo. E ela sabe que não ficará neste vale de lágrimas. Os crentes sabem que o arrebatamento é uma realidade que lhe diz respeito.
A definição da 2ª vinda de Cristo é bastante ampla; é vista pelo menos de duas maneiras diferentes. E localizada, às vezes, para indicar o drama dos tempos do fim, abrangendo tanto o arrebatamento da Igreja quanto a revelação de Cristo em glória no Monte das Oliveiras; Zc. 14.4. Outras vezes, é enfocada especificamente para diferenciar a revelação de Cristo do arrebatamento da Igreja que a antecederá.
2.1 – Palavras usadas para descrever o arrebatamento
Existem usualmente três palavras que todos nós usamos para explicar tão maravilhoso fenômeno.
a) Arrebatamento; 1 Ts. 4.17.
b) Trasladação; Na carta aos hebreus vemos Enoque, um símbolo da Igreja.
c) Rapto. Palavra latina, RAPERE; significa transportar de um lugar para outro. Equivale ao grego: ARPAZO, usado em Jo. 10.28,29; At.8.39, etc.
2.2 – Propósitos do Arrebatamento
a) Livrar os embaixadores do Rei do perigo iminente; 2Co. 5.20; Ap.3.10; I Ts. 1:10.
b) Recompensar a Igreja de Cristo, mediante a outorga de galardões, no soleníssimo Tribunal de Cristo; 2 Co. 5.10.
c) Conduzir a Igreja à Bodas do Cordeiro, que se dará em seguida ao Tribunal e, enquanto na Terra ocorrerá a Grande Tribulação.
d) Introduzir a Igreja no Reino da Glória e imortalidade, conforme o desejo expresso por Jesus; Jo. 14.3
2.3 – A trombeta do arrebatamento
O toque da trombeta no dia do arrebatamento se relaciona com o alarido e a voz do arcanjo. O alarido significa originalmente uma expressão militar, uma voz de comando. Nesse dia ouvir-se-á a voz do ARCANJO. Como se sabe, a palavra ARCANJO significa chefe de anjos. Certamente a voz do ARCANJO será para comandar os anjos, que se oporão às hostes demoníacas instaladas nos ares, abrindo caminho para o povo de Deus que estará sendo arrebatado.
Visto que, em Mt. 24.30,31 encontramos os anjos a recolher os eleitos, logo após ser proferida a lamentação por todas as nações, alguns serão levados a pensar que a Igreja não será arrebatada até Cristo haver destruído os exércitos do anticristo. Ora, devemos considerar, porém, que o cap. 24 de Mateus não apresenta os eventos em ordem cronológica. Jesus não tinha qualquer intenção em revelar o dia ou a hora de sua vinda. A palavra então, no início de Mt. 24.30, traduz um vocábulo grego de sentido muito geral (tote), dando a entender que os acontecimentos ocorrerão todos dentro do mesmo período de tempo, mas não necessariamente na ordem apresentada.
2.4 – Fatos ligados ao arrebatamento

Quando Cristo vier para buscar a Igreja, ocorrerão duas coisas na terra, por ocasião desse evento:
a) Ressurreição dos mortos crentes. Em 1 Ts. 4.14, diz que Cristo trará em sua companhia os espíritos daqueles que dormem no Senhor, e Ele ficará parado nas nuvens, enquanto os espíritos continuam descendo a procura de seus corpos a serem ressuscitados em um corpo glorioso. ALELUIA!!! cf. 1 Ts. 4.16.
b) Transformação dos vivos. Após a ressurreição dos mortos crentes, segue-se a transformação dos vivos que estiverem preparados para aquele momento; 1 Co. 15.52.
“Vai pois, povo meu, entra nos teus quartos e fecha as tuas portas sobre ti”. Is. 26.20ª.
3 – A GRANDE TRIBULAÇÃO.

Logo após o arrebatamento da Igreja e antes da manifestação pessoal de Jesus a este mundo, terá lugar uma série de eventos terríveis em sua magnitude e alcance. É um tempo de tribulação e angústia predito pelos profetas do Antigo Testamento. Daniel refere-se a uma tribulação jamais dantes experimentada; Dn. 12.1. Jeremias descreve-a como o tempo de angústia para Jacó; Jr. 30.7. confira também as palavras de Jesus em Mc. 13.19. O ponto culminante deste tempo de angústia será de tal forma que se “o Senhor não abreviasse aqueles dias, nenhuma carne se salvaria; mas por causa dos escolhidos que escolheu, abreviou aqueles dias; Mc. 13.20.
Deve ficar bem claro que uma das condições para o desencadeamento da Grande Tribulação será precisamente, o rapto da Igreja. O rapto assinalará o fechamento do longo parêntese que definiu a Dispensação da Graça. Após, é que o Rei Jesus voltará a tratar diretamente com Israel e com o mundo gentílico.
3.1 – Quanto tempo durará a Grande Tribulação?
A Grande Tribulação durará uma semana de anos, Dn. 9. 27. Será a Septuagésima semana de Daniel. Uma semana de anos corresponde a sete anos; a semana será dividida em duas etapas de três anos e meio. A última etapa da 70ª semana é assim designada: tempo, tempos e metade de um tempo.
3.2 – Desvendando um mistério.
O anjo disse a Daniel sobre estas setenta semanas de anos que estão determinadas sobre o povo de Israel. As primeiras sessenta e nove terminaram com a crucificação do Messias; Dn. 9.26. Muitos acreditam num interlúdio entre a 69ª e a 70ª semana, como se esta estivesse indefinidamente adiada. Esse interlúdio é a era da graça. Quando a influência restringidora da operação do Espírito Santo em, e através da Igreja, for removida, por ocasião do arrebatamento, então iniciará a última e terrível semana.
3.3 – Quem dominará o mundo naqueles dias?
O líder terreno durante a G.T. será o arquiinimigo do Senhor Jesus: o anticristo. A palavra anti tem este sentido básico no grego: em lugar de e não contra. Ele não dirá ser o anticristo. Antes reivindicará ser o verdadeiro Cristo.
O anticristo aparecerá no cenário mundial. Fará um concerto por sete anos com o povo de Israel. Já que o mundo está em suas mãos, três espíritos imundos semelhantes a rãs saem da boca da trindade satânica para congregar todas as nações para a peleja contra Israel, isto é, para a Grande Batalha do Armagedom. Esta Batalha culminará no triunfo de Nosso Senhor Jesus Cristo. Quanto ao anticristo e aos seus aliados, serão lançados no Lago de Fogo. Israel, é claro, será restaurado e purificado; Is. 2.5-22; 16.1-5; 24.1-15; 26.20,21. E as nações serão julgadas; Mt. 25.31-46.
3.4 – A Igreja passará pela Grande Tribulação?
Mui freqüentemente, os que afirmam que a Igreja passará pela G.T., salientam: Deus não prometeu que a Igreja escapará da tribulação e do sofrimento. O que eles não sabem é que a Bíblia usa a palavra tribulação (no grego, thlipsis) de duas maneiras diferentes. Algumas vezes, ela refere-se à aflição, à perseguição, à pressão e à angústia que nos são causadas por um mundo ímpio. Ela também é traduzida por aflições quando Paulo fala de nossas tribulações diárias que, se comparadas à eternidade, duram apenas um momento; IICo. 4.17. Mas os julgamentos da tribulação, referidos em Apocalipse, não pertencem à mesma classe; representam a ira de Deus. Mas não estamos esperando a ira; quer vivamos ou morramos, aguardamos o arrebatamento para estarmos para sempre com o Senhor; 1 Ts. 5.10.
“Como guardaste a palavra da minha paciência, também eu te guardarei ‘da hora da tentação’ que há de vir sobre o mundo, para tentar os que habitam na terra”; Ap. 3.10. A passagem em foco indica que a Igreja jamais passará pela G.T. Aqueles que advogam que a Igreja passará por este sombrio período, fazem sua defesa no significado da preposição “EK”.
Esta preposição “ek” leva os intérpretes a uma interpretação literal de sair de dentro. Para emergir de dentro da hora da tentação, deve (segundo este conceito) ter estado presente durante aquela hora. Mas essa forma de interpretação, não combina com a tese e argumento principal da natureza do pensamento das Escrituras, por vários motivos:
a) Ora, usando a preposição gramatical de: “ek” e “apo” (fora de) reforça o conceito geral das demais escrituras. À referência direta deste versículo, qualquer estudioso sabe que se refere à hora da G.T., que de um certo modo envolverá todo o mundo, e, na sua fase final, terá como alvo a cidade de Jerusalém e a Terra Santa.
b) A palavra da significa para fora de e em si traz a idéia de ser guardado da Tribulação (não meramente conservado através dela, como alguns asseveram). Ora, se a Igreja estivesse destinada a passar pela G.T., uma coisa seria certa; em lugar de ler-se: “…eu te guardarei ‘da’ hora da tentação”. Ler-se-ia: “eu te guardarei ‘na’ hora da tentação”. Convictos, desta verdade podemos afirmar: A IGREJA NÃO PASSARÁ PELA GRANDE TRIBULAÇÃO.
4 – O MILÊNIO
“…e reinarão com Cristo durante mil anos”; Ap. 20.4b. O milênio será, de acordo com as escrituras, um tempo de restauração para todas as coisas. Ao invés do pecado, a justiça encherá a Terra.
Será verdadeiramente a Idade Áurea da Terra, acerca do qual os poetas têm entoado, e pela qual este mundo triste e sofrido tem esperado através de todos os séculos, desde que o seu Rei foi crucificado e assim o Senhor da Glória foi rejeitado pelos que lhe pertenciam e por cuja razão, o reino foi adiado.
Haverá profundas mudanças na Terra, durante o Milênio. A maldição que Deus pronunciou devido ao pecado, será removida e assim a benção de Deus mover-se-á sobre a Terra.
Vejamos agora alguns itens a serem considerados sobre o Milênio.
4.1 – A forma de Governo
TEOCRÁTICO, isto é, o próprio Deus regerá o mundo na pessoa do Seu Filho, o Senhor Jesus Cristo; Dn. 7.4.
4.2 – A Sede do Governo
Jerusalém, será a capital do mundo. A desprezada cidade tantas vezes pisada pelos exércitos invasores.
4.3 – Condições espirituais
As condições espirituais em evidência durante o Milênio contrastarão fortemente com as prevalecentes nos dias atuais. Então terá sua total realização a profecia de Joel 2.28,29, em que, o Espírito Santo será derramado sobre Israel e as demais nações.
4.4 – O conhecimento do Senhor será universal durante o Milênio; Is. 11.9; Jr. 31.34. Tal qual hoje o mal prevalece e muitas nações jazem nas trevas da idolatria, naquele tempo a justiça de Deus prevalecerá e todas as nações conhecerão o nome do Senhor Jeová Rafá.
4.5 – Satanás será amarrado durante o Milênio. Esse inimigo, tanto de Deus como do homem, será algemado e lançado no abismo, de maneira que ele ficará impossibilitado de exercer o seu nefasto programa de engano entre os homens; Ap. 20.1-3.
4.6 – Haverá paz universal durante este período em estudo. Hoje os esforços humanos para promover a paz entre os homens são vãos. Porém chegará o dia em que o Príncipe da Paz estabelecerá a perfeita harmonia entre as nações.
4.7 – Fim do Milênio
Satanás será solto do abismo, por um pouco de tempo e enganará as nações afim de congregá-las para a batalha.
O fato de que o homem dará ouvidos aos enganos de Satanás, embora tenha usufruído das bênçãos e das melhores influências espirituais, durante este período, mostrará que o estado de depravação natural do coração humano, ainda se encontra enraizado dentro do seu instinto pecaminoso, por natureza, e este estado de depravação será revelado no fim desse período de 1.000 anos.
Mas, no ponto pinacular da rebelião contra o Senhor, Deus enviará fogo do céu que os devorará.
O fim do Milênio marcará também o fim de todas as dispensações terrestre e o fim do tempo.
5 – O JULGAMENTO FINAL
E Ap. 20.11-15 descreve-se o julgamento que terá lugar ao fim do Milênio, mil anos depois do julgamento das nações, realizando-se não sobre a terra, como foi o caso do julgamento das nações, mas sim nas regiões celestiais onde Deus habita. A primeira ressurreição, Ap.20.6, ocorrerá antes do início do Milênio e será para os mortos justos pertencentes a todas as dispensações, à Igreja, e ao grupo salvo durante a G.T.; Ap.7
Sendo que os participantes da 1ª ressurreição são descritos como bem aventurados, e santos, naturalmente os demais mortos que não viverem até o fim do Milênio não o são. Por essa razão cremos que perante o GTB comparecerão os mortos ímpios.
A presença do Livro da Vida será necessária na condenação daqueles que alegarão méritos das suas obras, quando deveriam ter aceitado a Cristo como seu Salvador, fato que teria colocado seus nomes nesse livro do Cordeiro.
Os ímpios serão julgados segundo as suas obras. O registro delas será aberto e lido para determinar o grau de castigo. O Lago de Fogo será para todos os ímpios. Para este lugar serão removidos para sempre a morte e o Hades.
6 – O ESTADO PERFEITO E ETERNO.
Jesus não deixou de mencionar sobre essa era perfeita. Apocalipse 21 e 22 descrevem as glórias deste estado eterno.
A cidade de Jerusalém, a celestial, baixará de vez sobre a Terra. A nova terra tem seu relevo totalmente diferente.
Quem preparou esta cidade foi Jesus. A cidade é quadrangular. Nessa cidade não haverá mais noite, nem precisará da luz do sol, porque o Senhor Deus brilhará sobre os seus e reinarão pelos séculos dos séculos. Deus enxugará de nossos olhos toda a lágrima.

Conheceremos as águas límpidas do Rio da Vida e sentiremos o gostoso sabor do fruto da Árvore da Vida. ALELUIA!

ESTAGIO SUPERVISIONADO

  
            ESTÁGIO  SUPERVISIONADO 

O Estágio Supervisionado, constitui num momento de aquisição e aprimoramento dos conhecimentos e das habilidades essenciais adquiridas durante o Curso, que possibilitarão ao formando um bom desempenho exercício da Oficio  escolhido, ele tem como função integrar a teoria e a prática. Trata-se de uma experiência com dimensões formadora e Sócio-Política, que proporciona ao estudante a participação em situações reais de Vida e de Trabalho, consolida a sua profissionalização e explora as competências  básicas indispensáveis para uma formação profissional Ética e corresponsável pelo desenvolvimento Humano e pela melhoria da qualidade de  Vida. O Estágio é entendido como o eixo articulador da produção do conhecimento em todo o processo de desenvolvimento do currículo do de um Curso. Baseia-se no princípio metodológico de que o desenvolvimento de competências profissionais implica. Todo o conhecimentos adquiridos, quer na vida acadêmica, quer na vida profissional e Pessoal, como instrumento de integração, o Estágio Supervisionado, constitui-se numa atividade centrada no Homem como ser ativo e capaz de fazer a articulação entre a teoria e a prática, entre o saber e o fazer. É também uma atividade de relacionamento Humano comprometida com os aspectos afetivos, Sociais, Econômicos e, sobretudo, Político e Cultural, porque requer consciência crítica da realidade e suas articulações. O estágio possibilita ao Aluno entrar em contato com problemas reais da sua comunidade, momento em que, analisará as possibilidades de atuação em sua área de Trabalho. É através do Estagio Supervisionado que o Aluno, em uma demonstração prática, expões suas habilidades adquirida no decorrer do Ccurso, o Estagio permite assim, fazer uma leitura mais ampla e crítica de diferentes demandas sociais, com base em dados resultantes da experiência direta. Deve ser um espaço de desenvolvimento de habilidades técnicas, como também, de formação de Homens e Mulheres pensantes e conscientes de seu papel Social. O Estágio deve ainda, possibilitar o desenvolvimento de habilidades interpessoais imprescindíveis à sua formação, já que no Mundo atual são priorizadas as ações conjuntas e a integração de conhecimentos.
“Nada espero do  muito que eu não tenho.

Professor:  Edmilson  Carvalho. 

DISCIPLINA CERIMONIAIS

DICIPLINA: CERIMONIAIS    
01- INTRODUÇAO
É muito difícil encontrar  um Irmão principiante no campo religioso, independente do Ministério  que pelo mesmo está sendo pleiteado, com alguma preocupação com os cerimoniais religiosos. Geralmente a preocupação do tal individuo, se restringe ao campo da Pregação, da Administração do Ministério ao qual está inserido,  Dons espirituais, Evangelismo, Congressos, Louvor e mais uma centenas de procedimentos que permeia as atribuições de um Líder religioso. Dificilmente se encontra alguém preocupado com os cerimoniais, que por mandamento ou ordenança do Senhor Jesus, obrigatoriamente deve ser realizado em uma Igreja local.
02- OBJETIVOS      
Instruir ao pretendente ao cargo eclesiástico, planejar e executar  de forma prática, eficaz e convincente, um cerimonial, capacitar a quem realiza e a quem é o alvo uma visão  crítica e conscientes da Fé, capacitando-as para uma ação  evangelizadora na Igreja e na sociedade.
03- CONTEUDO
Celebrando um casamento, O batismo, Santa Ceia, Apresentação de  crianças,  Culto Fúnebre, Apresentação de convertido, Consagração  de Obreiros,  Celebração de aniversario de Quinze Anos, Bodas de prata, Bodas de ouro, Nome de outras bodas.
04- CELEBRANDO UM CASAMENTO.
Sendo o carro chefe dos cerimoniais, um Casamento deve ser celebrado de forma bem natural pratica alegre e com eficiência, Casamento é um cerimonial alegre, logo ele não pode se tornar um Culto fúnebre. O primeiro passo da celebração de um  Casamento é o celebrante se colocar em pé no local onde  irá  acontecer o cerimonial, já com os Nomes dos Noivos, Pais, testemunhas e outros participantes, anotado em um  discreto pedaço da papel. Em seguida faça a chamada nominal dos que irão participarem da celebração, a começar pelos Pais da Noiva, espere que entrem os participantes, peça que todos fiquem em pé, e comece fazendo os agradecimentos. Em seguida explique a importância do Casamento no contexto religioso e na Vida, na vida familiar e Vida secular. Em seguida lembre a todos que acima de tudo estamos ali  reunidos para  invocar  a Bênção de Deus para este casal. Em seguida
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faça ou peça que alguém para fazer uma Oração em prol do cerimonial, para que aquele cerimonial, seja bom, agradável e perfeito diante do Criador. Após a Oração, leia o texto bíblico escolhido,  sugestão:   Por essa razão, o Homem deixará Pai e Mãe e se unirá à sua Mulher, e eles se tornarão uma só carne. Gênesis  02:24-25 ou Gênesis 09:07 ou Josué 24:15 ou Provérbios 18:22 ou Mateus19:06 ou 1ª Coríntios13:04-07 ou 2ª Coríntios 06:14 ou Gálatas  03:26-28 ou Efésios 04:25-32 ou Efésios 05:25 ou Efésios 05:28-29 ou Efésios 05:31 ou então, João 02 vers. 01 a seguir. Em seguida  peça para que todos sentem-se e faça uma explanação a respeito do versículo  lido, confrontando com aquele cerimonial. Após a mensagem, siga o roteiro que foi combinado, geralmente há um Hino especial escolhida pelo casal. Em seguida proceda a tradicional pergunta ao Noivo e a  Noiva se aceitam amar um ao outro até que morte os separem  perguntando a um de cada vez. Em seguida  proceda o ritual das Alianças, quando duas Crianças, uma feminina entrega a Aliança ao Noivo e ele coloca  a mesma no dedo da Noiva, em seguida um Menino entrega a outra Aliança a Noiva e ela coloca a mesma  no dedo do Noivo.  Após a cerimônia das Alianças, faça uma seção de aconselhamento ao casal, cada um de sua vez, de preferência bem humorada, más com um sentido correto, em seguida  se for possível, peça para o casal se ajoelhar, convide os Pais para se aproximarem, peça para que todos estendam suas Mãos  em direção ao Altar e faça uma Oração  pedindo a Bênção de Deus sobre o casal. Logo após peça que ambos se coloquem em pé em sua frente, e fale a seguinte frese: Na qualidade de Ministro do Evangelho diante de Deus e de Sua Igreja aqui reunida, vos declaro marido e mulher, espere dois segundos e diga, sorrindo, a frase podem se  Em seguida convidar a todos presentes a começar pelo casal, a assinar  o Livro de ata que já anteriormente deve estar preenchido. Em seguida mais uma vez,  peça alguém para fazer uma Oração. Em seguida com novos agradecimentos o Ministro deve cumprimentar o casal e seus familiares e sair de sena discretamente. É interessante que durante todo o cerimonial, o Ministro mantém-se bem elegante, bem descontraído e bem  humorado e com um incansável sorrisos nos lábios, isso dar ao cerimonial um toque a mais de eficiência. Lembre-se  que ele vai sair na maioria das fotos.
05- SANTA  CEIA                                    
Sendo da maior importância para a Igreja do Senhor Jesus, a Santa Ceia requer também um toque de alegria. O primeiro passo para realização desse,  cerimonial, é o Ministro se colocar em pé junto a mesa onde irá ocorrer o evento.  A seguir,   o Ministro deve solicitar de alguém que faça uma Oração em prol do cerimonial. Em seguida o Ministro deve convidar
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um casal de obreiros para assessorar na realização da Ceia.  Logo após ordenar aos que irão cear  a se colocaram em pé. Em seguida, solicitar ao  levita que entoe  um Hino adequado ao cerimonial, na maioria das vezes é a primeira estrofe do Hino 142 do Cantor Cristão. Enquanto  o Hino é entoado, o Ministro ordena a um dos obreiros a distribuir o Pão que representa  o Corpo de Jesus. Logo após ele deve fazer uma explanação a respeito do versículo lido, em seguida pedirá ele a alguém que faça outra Oração, prol daquele alimento, para que verdadeiramente pela Palavra de Deus, ele venha se transformar verdadeiramente no Corpo de Cristo, após essa Oração, o Ministro deve ordenar que todos comam o Pão. Logo em seguida, deve o levita entoar mais uma estrofe do Hino, e deve proceder a distribuição do cálice com o Vinho, em seguida o Ministro, fará nova explanação a respeito do cálice, segundo o texto lido. Logo após, o Ministro  pedirá alguém para fazer outra Oração com o mesmo objetivo, e em seguida ordenar que todos bebam o cálice. Em seguida já antes combinado o levita entoará um  ino de adoração, enquanto os cálices são recolhidos. Logo após o término do Hino, todos devem se colocarem  em pé para que seja  feita outra Oração de agradecimento pelo evento. Assim concluído o cerimonial, Ministro deve  sair de sana discretamente. É aconselhável que a Oração pelos elementos a serem ingeridos, só  deve  ser feita depois  que os elementos já estiverem nas Mãos dos que irão cearem, para evitar que, ao Orar por toda bandeja de Pão e do Vinho, como é de costume se ver por ai, o Ministro, termine arrumando um grande problema pra ele, pois ao Orar por toda a bandeja, aqueles elementos  já foram  Santificados, e se não tem o numero de Pessoas suficiente para cearem, o que fazer com o restante do Pão? Outro procedimento que pega muito bem, é ornamentar a mesa da Ceia com alguns  Pães, frutas e vasos, porém as frutas que seja de preferência de plástico. Todas as coisas devem ser feita com decência e ordem.
06- BATIZADO
O Sacramento do Batismo foi instituído por Jesus, com o objetivo de Santificar a Vida da humanidade, conforme podemos ler no Novo Testamento, no Evangelho escrito por São Mateus, que reproduz as Palavras do Senhor, toda autoridade sobre o Céu e sobre a Terra me foi entregue. Ide, portanto, e fazei que todas as Nações se tornem  Discípulos, batizando-as em Nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, e ensinando-as a observar tudo quanto vos ordenei,  e eis que Eu estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos!  Mt 28, 18-20.  Atualmente a maioria dos batizados são realizados  nas Igrejas, e  quem batiza são os Sacerdotes, Diáconos e Ministros credenciados. Quanto à
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maneira de Batizar, Jesus mandou que O  Batismo fosse feito do mesmo modo que Ele por  João Batista no Rio Jordão foi batizado. O batismo tem entre outras coisas o simbolismo da morte do velho Homem, e do nascimento da nova Criatura, por isso em primeira Mão, o Batismo deve ser exclusivamente de sã consciência e por imersão. O primeiro passo para realização desse cerimonial, que  aliás é uma exigência do Criador para obter-se a Salvação é  antecipadamente ter participado do curso de Batismo. O rito da celebração, deve acontecer da seguinte forma:  O candidato deve-se colocar-se em pé em frente ao Ministro, de preferência em um Rio, um lago ou mesmo um tanque. Esse cerimonial também deve começar com uma Oração seguida por cânticos de adoração. Em seguida o Ministro deverá ler um texto bíblico adequado e explaná-lo. Em  seguida o Ministro deve fazer a seguinte pergunta: o Irmão crer que Jesus é o Filho de Deus, enviado por Ele, para Salvar o Mundo do pecado, o Irmão  Crer que Ele  nasceu padeceu, foi crucificado, morreu e ressuscitou ao Terceiro Dia, e está sentado ao lado direito do Pai e voltar para buscar a sua Igreja, o irmão Crer no Batismo como fonte de Salvação.   Havendo o Irmão confessado que Crer no que foi perguntado, então o Ministro dirá a seguinte frase: Diante de sua confissão, eu como Ministro do Senhor Jesus, te Batizo em Nome do Pai, em Nome do Filho, e em Nome do Espírito Santo. E em seguida deve o Ministro mergulhar o batizando na Água, até que fique literalmente submerso. Então após esse ato, poderá entoar algum cântico de adoração, realizar outra Oração de agradecimento, e encerrar o cerimonial.
07- CULTO  FUNEBRE
Diferentemente dos demais cerimoniais, o Culto fúnebre, requer uma atenção redobrada, por se tratar de um dos momentos mais delicado da Vida do ser Humano. O Culto fúnebre deve começar em primeiro lugar, sendo explicado que esse cerimonial, não é uma missa de Corpo presente, mais sim a oportunidade de prestar as ultimas homenagem ao falecido. O Rito começa como foi dito com a referida explicação, em seguida, é necessário que seja feita uma ração, pelo  Corações  enlutados, e pelo cerimonial. Em seguida, para o conforto é refrigério do Coração dos presentes e necessário que o Ministro lembre todos que Deus se alegra com a morte do justo, claro e evidente, que deve-se explicar, que essa alegria dar-se-a, pelo motivo do que com a morte do justo, o Céu ganha mais uma Alma, senão até pensarão que Deus é    masoquista.  Em seguida  deve-se  ler o texto bíblico, de preferência o de Tiago   04:14  e explaná-lo sobre o mesmo, não deixando de lembrar aos presentes, que  está  ali a prova viva do que diz as Escrituras Sagradas,
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que a Vida é como um sopro, como uma nuvem passageira. Em seguida deve-se fazer outra Oração, agradecendo a Deus, pelos cuidados que O mesmo teve com o falecido, enquanto esteve entre nós, e também suplicando suas misericórdias pelos que ficam,  confortando os vossos Corações. Em seguida após os agradecimentos, o Ministro deve convidar os parentes a se aproximarem do caixão para fazerem as ultimas despedidas, enquanto as Pessoas estão em  volta do caixão, ele se afasta discretamente.
  08- CONSAGRAÇÃO DE OBREIROS
Sendo um atributo do oficio, a Consagração de Obreiro como: Pastores, Missionários, Evangelistas, Diáconos, e outros, é de responsabilidade daqueles que já estão no campo atuando, uma Igreja local, tem por obrigação sobre a direção da  lideranças, preparar e enviar e sustentar tais Obreiros, no campo Missionário. Cabe a cada Igreja local enviar seus Obreiros para o campo evangelístico, inclusive para outros Países, pois assim foi com o Profeta Isaias, após sua conversão,  a quem  enviaremos, exime aqui enviam-me, também aconteceu com Jonas, quando Deus o enviou a Nínive  para pregar o Evangelho. Esse cerimonial acontece normalmente em festividades nas Igrejas, é a Igreja local que indica os Nomes dos que irão serem consagrados. O cerimonial começa com uma Oração por um dos presentes, em seguida procede-se a chamada nominal  pelo dirigente dos candidatos a Consagração, em seguida após a acomodação dos candidatos  em frente o Ministro,  ler-se o texto escolhido para o evento, e fazem-se a explanação, de preferência  um texto como o de  Atos 09:15,16. Em seguida, agora com os candidatos em pé,  entoa-se um hino relacionado com o evento,  ao fim do Hino fazem-se outra Oração, coloca-se os candidatos de joelho, e um dos presente derrama o Óleo sobre a cabeça de ambos, lembrando ele que assim foi com  Davi quando Deus ordenou que o mesmo fosse ungido. Em seguida, ainda com os mesmos de joelhos, confidencie a cada um deles um segredo secreto. Em seguida procede-se a imposição de Mãos, transferindo para os consagrados a unção de Pastores, Missionários, evangelistas, e Diáconos que já existem nos presentes. Em seguida entoa-se mais um cântico de adoração, mais uma Oração e encerra-se o cerimonial.
08-.APRESENTAÇÃO DE CRIANÇA.                                                           
Semelhantemente como Jesus foi apresentado no templo, esse cerimonial tem um cunho bíblico muito forte, a apresentação é uma forma de agradecer a Deus, pelo recém  nascido,  e invocar as Bênçãos Divina
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sobre o mesmo. O cerimonial acontece normalmente em um Culto dominical, de preferência no término do Culto. Esse cerimonial começa com a  Ministro chamando a frente a  Mãe e o Pai da Criança, inclusive também os Avós se porventura eles se encontrarem ali, em seguida o Ministro deve  ler um texto bíblico, que pode ser o de Lucas 02: 29,32. Em seguida o Ministro deve pedir a Igreja para se colocar de Pé, e com a Criança nos braços, ele deve orar invocando as Bênçãos do Senhor sobre aquela Criança, em seguida o Pastor deve ungi-la e devolver aos seus Pais, e encerrar o cerimonial.
09- NOVO CONVERTIDO
Esse cerimonial tem como objetivo especifico, apresentar diante de Deus, um novo convertido, esse cerimonial acontece  exatamente no momento da conversão. Procedimento, o Pastor solicita a Igreja se colocar em pé, em seguida pede a Igreja que estendam as suas Mãos para o novo convertido, em seguida, o Pastor deve pedir ao novo convertido, que repita as suas Palavras, então o Pastor pede perdão a Deus pelo convertido e ele repete as Palavras do Pastor, em seguida o Pastor Ora a Deus pelo novo convertido, em seguida ele é ungido, e o Pastor pede aos Irmãos que  venha abraçar o novo Irmão, encerrando assim  o cerimonial.
FORMATURA
O cerimonial de formatura é um momento de magnitude de uma  Instituição de Ensino, e na Vida do formando, por isso nada pode sair errado. É quando dirigentes, Professores, Funcionários, Pais e Alunos, expressam seus sentimentos para provar que a Missão de ensinar foi cumprida e o esforço valeu a  pena. Por isso é essencial o prévio planejamento de tudo, desde o local do evento e a decoração até o traje dos formandos, é  necessário seguir um roteiro no cerimonial para que nada saia dos conformes, por isso selecionamos aqui uma lista dos atos obrigatórios que devem estar, na ordem, presentes no cerimonial de formatura. O cerimonial começa pelo dirigente fazendo a abertura do cerimonial, em seguida solicitar de alguém que faça uma breve  Oração, em seguida é aconselhável que se entoe um Hino. Em seguida o dirigente deve fazer a chamada nominal dos membros que irão compor a mesa, nessa sequência: Coordenador do curso, Patrono, Paraninfo,   Professores, Secretaria e por fim os formandos. Se houver tempo suficiente pode-se fazer outra Oração e cantar mais um Hino.  Em seguida o dirigente anunciará o Nome de alguém que fará uma breve reflexão de texto bíblico. A se for possível cantarão outro Hino. Logo após, o dirigente anunciará o Nome do Orador da turma.  Em seguida se  procede
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o juramento, esse ato concede mais ou menos  com cada formando falando essas Palavras: Solenemente, na presença de Deus e desta Assembleia, juro: dedicar minha Vida integral a serviço do  Reino de Deus,   me esforçando com zelo e dignidade e fidelidade, juro  guardar segredos que me forem confiados, obedecendo aos preceitos da Ética e da moral, Cristã, honrando seu prestígio e suas tradições, juro. Em seguida   o dirigente  anuncia o Nome de quatro  alunas, uma da cada vez, irá fazer uma homenagem, ao Coordenador, ao Patrono, ao Paraninfo, e ao se for o caso pode ofertar uma lembrança aos da mesa. Em seguida procede-se a diplomação dos formandos, convidando o Patrono,  do curso a entrega dos certificados do curso. Em seguida é convocado o Coordenador do curso para proceder a colação de Grau dos formandos. Então o Coordenador pedirá que os formandos se coloquem de pé é dirá essas Palavras: De acordo com a legislação em vigor, tendo em vista a competência regimental que me é dada e os resultados finais obtidos, confiro todos os formandos do Curso Médio de Teologia do ITERC, Instituto Teológico Rio das Contas, o titulo de Teólogos médios, para que possam gozar de todos os direitos que a L ei lhes confere. Logo após se possível entoar mais um Hino de louvor e depois convidar o Paraninfo para fazer o encerramento do cerimonial, o dirigente então fará as considerações finais e encerará o mesmo.
10- CELEBRAÇÃO  DE  ANIVERSARIO  DE  QUINZE  ANOS
Festivo e alegre, esse cerimonial dificilmente se comemora em Igreja, no geral as Pessoas embora crentes, sempre procuram um clube ou restaurante para comemorar o aniversario de Quinze Anos, até porque hoje em dia quem determina quase tudo no tocante a eles, são os próprios Filhos, e como se trata de uma data única, normalmente os Pais preferem não contrariarem os seus Filhos. Mais sem em uma Igreja, a mesma deve encontrar-se muito florida e ornamentada, esse cerimonial começa ao som de um  Hino previamente escolhido. Enquanto a musica de preferência instrumental suaves é  executada. O  Ministro conduzirá pelo braço a Mãe da aniversariante, e a deixará em um dos lados do Altar, Ele se situará ao lado direito da cadeira colocada para a aniversariante, e ali permanecerá de pé durante toda a cerimônia. A seguir desfilarão Quatorze  pares de Moças e Rapazes, cada Moça levará na sua mão uma bíblia e uma flor, então cada rapaz conduzirá uma das Moças pelo braço esquerdo, podem ser usados cravos ou açucenas. À medida que forem entrando, os casais se posicionarão em ambos os lados da cadeira destinada a aniversariante, de frente para a plateia.  Um  rapaz de um lado e a Moça de outro, cada fileira terá, alternadamente, um Rapaz e uma
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Moça. Em seguida ao som de outro Hino, A aniversariante entrará segurando o braço de seu Pai  ou, em substituição, o  braço de quem ela escolher, caminhará lentamente até o Altar,  se sentará na cadeira especialmente decorada para a ocasião, logo após, o Ministro  lerá um texto bíblico, sugestão : Sl 37:01,06 Sl 90:12  Pv 03:01,05 Ec 12:01,07  1ª Co 13:11 referente ao evento. Em seguida uma Oração deve ser feita, Em seguida, já ao som de outro Hino após outra Oração, cada uma das  Moças, começando pela última que entrou, caminhará até a cadeira onde se encontra a aniversariante, lhe entregará a flor, e  ainda próximo da aniversariante, lerá um dos Quatorze  textos que hão de serem  lidos, e que antecipadamente já haviam sido selecionados, esses  textos bíblicos corresponde com a vida e aquele  momento especial daquela jovem,  os textos devem serem lidos de modo que todos possam ouvir. Em seguida  a  primeira Moça, que  entregou a flor e leu o texto bíblico, volta para o seu lugar e a  Segunda  Moça, repete o mesmo procedimento, e assim sucessivamente até a ultima Moça. Os textos escolhidos esses: Primeira Moça:  Como purificará o jovem o seu caminho? Observando-o segundo a Tua  Palavra, Salmo119:09 a Segunda Moça:   Lembra-te do teu Criador nos Dias da tua mocidade, antes que venham os maus Dias, e cheguem os Anos dos quais venhas a dizer: Não tenho neles contentamento. Eclesiastes 12:01 a Terceira Moça: Ninguém despreze a tua mocidade, mas sê exemplo dos Fiéis, na Palavra, no trato, no Amor, no Espírito, na Fé, na pureza. 1ª Timóteo 04:12. Quarta Moça: Alegra-te, jovem, na tua juventude, e recreie-se o teu Coração nos Dias da tua mocidade. Anda pelos caminhos do teu Coração, e pela vista dos teus Olhos, mas sabe que por todas estas coisas te trará Deus a juízo.  Eclesiastes... 11:09. Quinta Moça: Exorta semelhantemente os moços a que sejam moderados. Em tudo te dá por exemplo de boas obras. Na doutrina mostra integridade, reverência... Tito...02:06,07. Sexta Moça: Foge também dos desejos da mocidade; e segue a Justiça, a Fé, o Amor, e a Paz com os que, com um  Coração puro,  invocam o Senhor.  2ª Timóteo...02:22.  Sétima Moça: Mulher virtuosa, quem a achará? O seu valor muito excede o de rubis Provérbios 31:10. Oitava Moça: Aquele, pois, que sabe o bem que deve fazer e não o faz, comete pecado. Tiago 04:07. Nona Moça: Mas o fruto do Espírito é: Amor, Gozo, Paz, Longanimidade, Benignidade, Bondade,  Fidelidade, Mansidão e Domínio próprio, contra estas coisas não há Lei. Gálatas 05:22,23. Décima Moça: Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu Coração, pois dele depende  toda a  Vida. Provérbios 04:23. Decima Primeira Moça: Bem aventurados os puros de Coração, porque eles verão a Deus. Mateus 05:08. Decima Segunda Moça: Vós sois a Luz do Mundo. Não se pode esconder uma  Cidade edificada
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sobre um monte. Mateus 05:14. Decima Terceira Moça:  Quando disseste: Buscai o meu rosto; o meu Coração te disse: O teu rosto, Senhor, buscarei. Salmo 27:08. Decima Quarta Moça: O mesmo Deus de Paz vos santifique completamente. E todo o vosso espírito,  Alma e Corpo, sejam plenamente  conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo." 1ª Tessalonicenses 05:23. Em  seguida, quando todas as Moças tiverem entregado as flores e lido o texto bíblico diante da aniversariante, entrará o Líder dos Jovens da Igreja ou a Esposa do Ministro, receberá a Bíblia das Mãos da última Moça, se colocará ao lado da  Jovem  aniversariante e  dirá: Permita o Senhor que você guarde em seu Coração, como um ramo de flores que nunca murchará, os sábios conselhos que a Palavra de Deus tem-lhe dado. Se você seguir com Fidelidade a vontade de Deus, receberá no final a Coroa da  Vida. Em seguida a Pessoa que pronunciar estas Palavras entregará à aniversariante a Bíblia na qual foram lidos os Quatorze textos antecipadamente marcados, e colocará;  sobre sua Cabeça uma Coroa que estava mantendo segura na outra Mão. Logo após o Pai da aniversariante falará brevemente sobre algum fato destacado na Vida de sua Filha, lambem a Mãe falará alguns minutos acerca dela. Um dos dois poderá revelar os sonhos da aniversariante. logo após O Ministro convidará toda a Igreja a colocar-se em pé e fará outra Oração. Em seguida, já ao som de outro Hino, então os casais que se encontram mais longe da aniversariante, virá de um lado uma Moça e do outro lado um jovem, ambos diante da aniversariantes dão os braços e se retiram, um após outro. Logo em seguida saem os Pais e por ultimo, o celebrante também se aproxima da aniversariante dar o braço a ela e os dois saem ao som de outro Hino. E encerra o cerimonial. Observação tudo isso tem que previamente ensaiado, tudo deve com decência e ordem.
11- BODAS DE PRATA  E DE OURO
A cerimônia de bodas de prata e de ouro na igreja se assemelha a um Casamento, mas com a participação ativa de Filhos e Netos. Depois, quase sempre se oferece uma recepção. Casais que não praticam uma Religião em  Geral comemoram as bodas com um coquetel, um almoço ou um jantar. Quando há uma cerimônia religiosa, ela é antes da festa e segue os princípios básicos do Casamento, com as seguintes diferenças. O  cerimonial começa com os  Netos ao som de um belo Hino,  abrindo o cortejo até o Altar, seguidos pelos Filhos, Noras e Genros, e todos sentam enfileirados, deixando duas cadeiras no centro para o casal. Em seguida o casal entra logo a seguir, mantendo uma pequena distância, e se sentam nas cadeiras reservadas, então faça-se  uma Oração pedindo a
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Deus direção para o cerimonial. Em seguida o Ministro faz a leitura de um texto bíblico, de preferência o de: Salmos, 90: 12 e após outro Hino o Ministro faz uma  breve reflexão sobre o texto lido. Em seguida procede-se a troca de Alianças, durante a cerimônia de bodas de prata há a Bênção e a troca das Alianças, nas bodas de Ouro as Alianças em geral não mudam. Em seguida entoa-se outro Hino, e nova Oração dessa vez em agradecimento pelos Anos vividos. Em seguida sai o casal na frente acompanhado pelos Netos e em seguida os Filhos. No geral  a roupa do casal, o  mais usual é a Mulher optar por um traje que puxe para o Cinza ou Branco nas bodas de prata e para o Amarelo ou champanhe nas de Ouro, as joias ideais são de Ouro Branco ou Prata e de Ouro Amarelo conforme a data. Nas Mãos, flores coloridas ou claras com detalhes prateados ou dourados. O Homem veste fraque ou terno.
12- NOME PARA CADA  BODAS.
1º. Ano: Bodas de Papel, 2º. Ano: Bodas de Algodão, 3º. Ano: Bodas de Neve, 5º. Ano: Bodas de Madeira, 6º. Ano: Bodas de Caramelo, 7º. Ano: Bodas de Nylon, 8º. Ano: Bodas de Bronze, 9º. Ano: Bodas de Cipermetrina, 10º. Ano: Bodas de, Alumínio, 11º. Ano: Bodas de Aço, 12º. Ano: Bodas de Seda, 13º. Ano: Bodas de Renda, 14º. Ano: Bodas de Marfim, 15º. Ano: Bodas de Cristal, 20º. Ano: Bodas de Platina, 25º. Ano: Bodas de Prata, 30º. Ano: Bodas de Pérola, 35º. Ano: Bodas de Coral, 40º. Ano: Bodas de Rubi, 45º. Ano: Bodas de Safira, 50º. Ano: Bodas de Ouro 55º. Ano: Bodas de Esmeralda, 60º. Ano: Bodas de Diamante, 75º. Ano: Bodas de Platina.

“Nada espero  do muito que eu não tenho.
Professor  Edmilson  Carvalho
                                                                      



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